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por Ana Chiara

 

Madalena
Penso em Madalena com insistência...

Graciliano Ramos


Madalena, corujinha ensimesmada,
...
o ciúme monstro vadio
penetrou meus ossos, encharcou por dentro, virei calunga....
que estupidez, que porcaria
bichinho,
sol, chuva, noites de insônia, cálculos, combinações, violências perigos
dissipados por tuas mãos delicadas demais
nas calosidades de minha pele...
nem as flores do campo
nem a cana verde
nem a água do rio
me aliviaram do peso da tua tristeza,
peste!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Esse texto foi publicado no plástico bolha nº14: download PDF

 

 






 

 


 

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