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Solidão

Marina V. Medeiros


Acordo com um derradeiro soluço do pranto sonhado. E uma última lágrima desliza por minha face como a carícia de um beijo vindo do bem-amado. Estou sozinha nesta estrada longa da qual não vejo fim, com seus alvores amadurecendo em escuridões neste meu tenebroso destino. O perfume da saudade me embriaga, dando a certeza latente e angustiante de que o que foi não o será uma vez mais.

 

 

 

Esse texto foi publicado no plástico bolha nº32: download PDF

 

 






 

 


 

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